Muito mais para lá dos Boina


  7 de Abril


  Revista de Vinhos - A Essência do Vinho

 

Os rótulos da Portugal Boutique Winery (PBW) serão dos mais bem conseguidos da atualidade. As ilustrações do arquiteto Julião Pinto Leite e o design do 327 Creative Studio destacam-se com facilidade na prateleira, ficam-nos na memória. O mais conhecido é o Boina, mas hoje a PBW tem muito mais para desvendar, entre ensaios, novas interpretações e redescoberta de vinhas no Douro, no Planalto Mirandês, Vinhos Verdes e Bairrada.

 

Nuno Aguiar Morais Vaz, engenheiro agrónomo e enólogo, iniciou a aventura com António Olazabal Ferreira, em 2016, mas desde fevereiro de 2020 tem por cúmplice o produtor e enólogo Ricardo Sarrazola. O projeto, entretanto, já atingiu as 150.000 garrafas de produção média anual, 75% dirigidas a mercados externos – Suécia, Noruega, Inglaterra e Brasil os principais.

 

A Revista de Vinhos provou boa parte do atual portefólio da PBW e anotou uma consistência salutar. Destaques merecidos para três vinhos brancos. O Guyot 2018, de parcelas de vinhas centenárias do Douro plantadas a mais de 500 metros de altitude, de solos de origem granítica e decomposições arenosas; o Goblet 2016, obtido a partir de vinha velha no Planalto Mirandês, que fermentou espontaneamente; e o Guyot Moscatel Galego Branco 2019, que tem o condão de apresentar um perfil de maior austeridade da casta.

Muito mais para lá dos Boina

 

  7 de Abril

 

  Revista de Vinhos - A Essência do Vinho

 

Os rótulos da Portugal Boutique Winery (PBW) serão dos mais bem conseguidos da atualidade. As ilustrações do arquiteto Julião Pinto Leite e o design do 327 Creative Studio destacam-se com facilidade na prateleira, ficam-nos na memória. O mais conhecido é o Boina, mas hoje a PBW tem muito mais para desvendar, entre ensaios, novas interpretações e redescoberta de vinhas no Douro, no Planalto Mirandês, Vinhos Verdes e Bairrada.

 

Nuno Aguiar Morais Vaz, engenheiro agrónomo e enólogo, iniciou a aventura com António Olazabal Ferreira, em 2016, mas desde fevereiro de 2020 tem por cúmplice o produtor e enólogo Ricardo Sarrazola. O projeto, entretanto, já atingiu as 150.000 garrafas de produção média anual, 75% dirigidas a mercados externos – Suécia, Noruega, Inglaterra e Brasil os principais.

 

A Revista de Vinhos provou boa parte do atual portefólio da PBW e anotou uma consistência salutar. Destaques merecidos para três vinhos brancos. O Guyot 2018, de parcelas de vinhas centenárias do Douro plantadas a mais de 500 metros de altitude, de solos de origem granítica e decomposições arenosas; o Goblet 2016, obtido a partir de vinha velha no Planalto Mirandês, que fermentou espontaneamente; e o Guyot Moscatel Galego Branco 2019, que tem o condão de apresentar um perfil de maior austeridade da casta.